Não existe limite para o potencial de criação de relações do marketing cultural. A verdade é que o grande trunfo deste setor está justamente na amplitude do leque de oportunidades existentes para relacionar as mais variadas ações de marcas com seus públicos. 

Uma empresa que resolve patrocinar um espetáculo, por exemplo, não está apenas associando sua marca ao evento em si. No universo de possibilidades do marketing cultural, além da própria peça de teatro, ela poderá realizar uma série de propostas, como cobrir o evento (marketing editorial), distribuir ingressos para seu corpo de profissionais (marketing interno), enviar cortesias aos parceiros (relacionamento), comercializar ou oferecer produtos (venda/promoção), realizar pesquisas com consumidores no local do show (base de dados), entre tantas outras ações.

As empresas que têm apostado no marketing cultural solidificaram suas identidades e tiveram seus nomes repercutidos no mercado, gerando bons resultados para a marca. Com propostas de incentivo aos produtores culturais que consideram aspectos de impacto relevantes na sociedade,

os próprios cidadãos passam a reconhecer no negócio um parceiro, criando uma imagem de confiança e posicionando-se como consumidores.

Embora ainda tenha um longo caminho a ser percorrido, a distribuição de cultura nunca esteve tão democrática. A internet e outras novas tecnologias resultaram em um aumento da classe artística e, naturalmente, diversas manifestações passaram a nascer.

 

O mercado cultural, por sua vez, tem uma capacidade imensa em gerar ações relevantes para públicos segmentados, fato que foi potencializado com esse crescimento do número de artistas e dos novos meios para divulgação destas mensagens.

 

Muitas empresas investiam na cultura apostando em um caráter de caridade, mas a nova realidade demonstra que as produções têm sido demandadas por outras razões, principalmente, para que as marcas criem formatos diferentes de diálogo com seus públicos. Assim, existe um retorno real do investimento, pois criar relações faz

certamente parte de outras estratégias de marketing pré-determinadas.

Quem produz, por sua vez, tem a missão de transmitir a mensagem da maneira correta e para as pessoas realmente interessadas na ação, estabelecendo relacionamentos duradouros e canais de comunicação sempre abertos.

Diferentemente do que ocorria há vinte anos no mercado brasileiro, as produções culturais da atualidade são absolutamente mais bem elaboradas e focadas para atingir - de fato - o público solicitado por uma marca que quer se relacionar.

Hoje, os cursos de formação para produção cultural são muito mais qualificados e estratégicos - uma demanda de tempos de crise, marcado por inúmeras inovações tecnológicas, novas possibilidades e, em contrapartida, menor investimento. Ou seja: a criatividade precisa estar em primeiro plano. 
Assim, os profissionais precisaram entender realmente as especificidades de um processo minucioso e, consequentemente, têm entregado projetos bem mais assertivos e incorporados às realidades das empresas interessadas em investir em cultura.

É importante frisar que o mercado cultural e suas ações estão preparados para todos os tipos de investimentos, não restringindo seus projetos para grandes empresas, nomes consagrados e altas cifras. 

E isso quer dizer que mesmo no caso de artistas reconhecidos, o custo da aplicação de estratégias de marketing cultural é bem

No passado, a ordem lógica para uma empresa investir em produções culturais era a procura por uma ação que refletia a identidade da marca e que apresentava possibilidades de retorno do investimento - um caminho em que o próprio dono do negócio era responsável pela captação de ideias e ações que se relacionavam aos seus propósitos.

 

O crescimento do investimento no marketing cultural, no entanto, inverteu esta relação. Os produtores estão cada vez mais atentos ao perfil de seus possíveis clientes e munidos de informações valiosas para personalizar seu projeto de acordo com os anseios das marcas. Desta forma, antes de requisitar, a empresa já recebe propostas similares ao seu perfil, com todas as oportunidades de retorno mensuradas e com todas as ações adaptadas ao seu modo de atuação.

menor em relação ao que se gasta em campanhas publicitárias diretas, por exemplo. E para os novos artistas, sobretudo, ações culturais para empresas menores podem ser bem mais eficazes para ambas as partes, fato que movimenta o setor em todas as suas áreas e níveis.

Conhecido como "Content Marketing", este é um método - de baixo custo - muito utilizado pelas agências e produtoras culturais. Embora não seja uma ferramenta recente, ele voltou com força nos últimos anos para construir relacionamentos com o público,    segmentá-los e transmitir as mensagens das manifestações  

artísticas de maneira mais clara e objetiva. A tendência, inclusive, é que as agências de publicidade passem a deixar as campanhas tradicionais de lado e passem a atuar como verdadeiras produtoras de conteúdo, seguindo uma lógica de comunicar assuntos de interesse, gerando experiências relevantes e estabelecendo relações contínuas.

As leis de incentivo foram criadas para serem usadas e hoje se encontram vários mecanismos federais, estaduais e municipais para que as pessoas físicas ou jurídicas possam investir em cultura. Todavia, ainda existe pouco conhecimento sobre os benefícios das leis e isso acaba

afastando bons projetos de bons investimentos.
Dependendo da lei utilizada para aprovação de um projeto, o abatimento em impostos para empresas interessadas em investir na cultura pode chegar a 100% do investimento. Aplicando no movimento cultural esse dinheiro (que já seria gasto com impostos), as empresas ainda demonstram uma preocupação social, e não meramente uma corrida desgovernada pelo lucro.

Não é de hoje que uma infinidade de pesquisas aponta que o consumidor cada vez mais prefere adquirir experiências a comprar bens materiais. Desfrutando de momentos, as pessoas assimilam mais significados e incorporam muito mais informações valiosas para suas vidas.

Neste sentido, o marketing cultural é um verdadeiro fomentador de conhecimento, uma vez que seu potencial de manifestações é infinito, através de peças, shows, exposições e muito mais. As mensagens que as marcas querem transmitir aos seus públicos não precisam conter somente dados sobre os interesses das empresas, mas também contar novas histórias e levantar questões relevantes para a sociedade.

Elemento Cultural

 

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